domingo, 14 de agosto de 2011
errar é humano, persistir no erro é burrice, jogar a culpa nos outros é hipocrisia, e não ter coragem de admitir o óbvio é lamentável... o saco cheio diz "sai dessa" e o coração burro agora pensa e sente remorso pelo no tempo perdido, sente que a verdadeira felicidade negada em prol de inúteis esperanças ilusórias, só existe fora do "quesito" observado. o egoísmo, a cara de pau e a absurda arrogância tao são intragáveis quanto o cheiro daquele hálito... o velho blablabla de anos já não cola mais, acho que já perdi toda fé pra continuar nisso. o que me move é uma esperança burra, impossível... ninguém muda ninguém e esperar mudanças de uma pessoa de uma pessoa que se mostra cada dia pior por passar a vida adiando as coisas, deixando de encarar a vida e a si mesmo no espelho, é perda de tempo. eu fiz minha parte e fiz bem. errei no caminho, mas tratei de compensar... já outros correm pras velhas e podres fugas sempre que a coisa aperta... já fiz muito e aturei demais... agora cansei... mentira, traição, veneno, desprezo e decepção? chega! quero ser feliz... já persisti tempo demais nesse mesmo erro, agora é hora de fechar da porta e jogar a chave fora. quero cuidar de mim, viver pra mim!v
quinta-feira, 30 de junho de 2011
síndrome de patinho feio
sei que muito do que escrevo parece coisa de gente deprimida que não dá valor às coisas boas da vida, que só escreve dos defeitos que vê no mundo, dos problemas e obstáculos que encontra no caminho...
escrever a desgraça momentânea me faz deprimir, deve deprimir também, ou deve ser puramente sem graça... uso isso pra mim, pra desabafar e enxergar melhor depois. quando escrevo fica tudo gravado no papel, não fica mais na minha cabeça. escrevo quando estou na pior. depois quando tudo se acalma e volta pro lugar, quando enfim o momento desgraçado passa, releio o que escrevi... horas acho graça, horas sinto na pele aquela dor toda de novo... é uma terapia.
o que escrevo é sentimentalista pra caralho! gosto de exagerar... a paixão é feita disso, não vejo porque não exagerar na poesia se é de paixão que ela é feita.
escrever a desgraça momentânea me faz deprimir, deve deprimir também, ou deve ser puramente sem graça... uso isso pra mim, pra desabafar e enxergar melhor depois. quando escrevo fica tudo gravado no papel, não fica mais na minha cabeça. escrevo quando estou na pior. depois quando tudo se acalma e volta pro lugar, quando enfim o momento desgraçado passa, releio o que escrevi... horas acho graça, horas sinto na pele aquela dor toda de novo... é uma terapia.
o que escrevo é sentimentalista pra caralho! gosto de exagerar... a paixão é feita disso, não vejo porque não exagerar na poesia se é de paixão que ela é feita.
nunca sei o que te dizer. te deixo tão solto, tão pra lá... mas estamos presos um ao outro até o final. vc é meu e eu sou tua, mas o que somos afinal me parece estranho, talvez tudo isso seja muito novo.
por pensar que noite após noite de sono e de sonhos vão fazer eu me recuperar, eu perco o sono, já dormi demais. ainda não sei o que te dizer. devo me recolher, juntar os pedaços de sei lá o que que sou e que se quebrou. sinto que não me completo. preciso juntar meus pedaços, montar esse quebra cabeças, colar as partes e completar meus os buracos. já me espatifei tanto que não sei se como vaso ainda sirvo para segurar uma flor.
hoje me recolhi. quero ficar assim. criar pontes para o mundo lá fora? quem sabe depois... quero me corroer até a dor passar... quero corroer como quando nos deitamos na cama com aquela azia danada e acordamos de manhã com o estômago novo em folha... esse mundo com bombas prestes a explodir a todo momento já me cansou.
hoje minha auto-estima saiu pra dar uma volta... até ela voltar vou me encarar sem nenhuma maquiagem no espelho...
por pensar que noite após noite de sono e de sonhos vão fazer eu me recuperar, eu perco o sono, já dormi demais. ainda não sei o que te dizer. devo me recolher, juntar os pedaços de sei lá o que que sou e que se quebrou. sinto que não me completo. preciso juntar meus pedaços, montar esse quebra cabeças, colar as partes e completar meus os buracos. já me espatifei tanto que não sei se como vaso ainda sirvo para segurar uma flor.
hoje me recolhi. quero ficar assim. criar pontes para o mundo lá fora? quem sabe depois... quero me corroer até a dor passar... quero corroer como quando nos deitamos na cama com aquela azia danada e acordamos de manhã com o estômago novo em folha... esse mundo com bombas prestes a explodir a todo momento já me cansou.
hoje minha auto-estima saiu pra dar uma volta... até ela voltar vou me encarar sem nenhuma maquiagem no espelho...